Depois que a China passou, em 2025, de tarifas pontuais para um sistema permanente de licenças de exportação e rastreamento de origem, o controle real sobre a cadeia das terras raras deixou de girar em torno do minério em si. Pequim colocou sob restrição não só os óxidos de elementos médios e pesados, mas sobretudo os ímãs sinterizados de NdFeB acabados e o conhecimento tecnológico necessário para produzi-los. Esse é o ponto central: a China responde por cerca de 90 por cento da produção mundial de ímãs, uma fatia bem maior do que a que tem na mineração. O gargalo, portanto, não está na mina, mas alguns elos adiante, na metalização e na fabricação do ímã.
Sobre essa restrição de oferta se soma uma nova onda de demanda, que vai muito além dos já conhecidos motores de carros elétricos. Cada robô humanoide precisa de alguns quilos de ímãs de alto desempenho nos atuadores das juntas, drones e mísseis de precisão consomem quantidades crescentes, e a eletrificação da infraestrutura de IA (motores eficientes, ventiladores de resfriamento, geradores) acrescenta mais um fluxo de demanda. Essa demanda é inelástica e estratégica, então os compradores estão dispostos a pagar mais e a assinar contratos de vários anos para garantir fornecimento fora da China.
Algumas premissas ainda não foram traduzidas e aparecem em inglês, o idioma da maioria das fontes com que as comparamos.
Dia 90 de 180: cesta -16,9%
A tese está na metade do caminho até o veredito. A cesta de peso igual está em -16,9% desde o dia da publicação. O benchmark (S&P 500) rendeu +0,9% na mesma janela, ou seja, a cesta está 17,8 pontos percentuais atrás do seu mercado. A maior contribuição vem de MP (-5,7%), e a menor de NEO (-30,4%). Faltam 90 dias para o veredito.
Revisão: 1 de 5 premissas confirmadas
Voltamos a esta tese no dia 66 de 180 e verificamos cada uma das suas 5 premissas em fontes públicas. Confirmado pelas fontes: 1. Nada de novo em nenhum sentido: 4. A cesta de peso igual está em -16,9% desde o dia da publicação. O benchmark (.INX) rendeu +0,9% na mesma janela, ou seja, a cesta está 17,8 pontos percentuais atrás do seu mercado. Faltam 114 dias para o veredito.
Revisão: 3 de 5 premissas confirmadas
Voltamos a esta tese no dia 49 de 180 e verificamos cada uma das suas 5 premissas em fontes públicas. Confirmado pelas fontes: 3. Nada de novo em nenhum sentido: 2. A cesta de peso igual está em -4,4% desde o dia da publicação. O benchmark (.INX) rendeu +2,6% na mesma janela, ou seja, a cesta está 7,0 pontos percentuais atrás do seu mercado. Faltam 131 dias para o veredito.
Dia 45 de 180: cesta -1,0%
O primeiro quarto do horizonte desta tese já ficou para trás. A cesta de peso igual está em -1,0% desde o dia da publicação. O benchmark (S&P 500) rendeu +2,1% na mesma janela, ou seja, a cesta está 3,2 pontos percentuais atrás do seu mercado. A maior contribuição vem de MP (+13,6%), e a menor de NEO (-21,4%). Faltam 135 dias para o veredito.
A cesta caiu abaixo de -20% desde a publicação
Esta cesta está em -20,9% desde a publicação, 16 dias depois de a tese ser publicada. O benchmark (S&P 500) rendeu -2,7% na mesma janela, ou seja, a cesta está 18,2 pontos percentuais atrás do seu mercado. A maior contribuição vem de LYC (-13,2%), e a menor de USAR (-26,8%). Isto não é mudança de status: o horizonte continua correndo e o veredito só sai quando ele expira.
A cesta caiu abaixo de -10% desde a publicação
Esta cesta está em -10,8% desde a publicação, 7 dias depois de a tese ser publicada. O benchmark (S&P 500) rendeu -1,0% na mesma janela, ou seja, a cesta está 9,8 pontos percentuais atrás do seu mercado. A maior contribuição vem de LYC (-3,9%), e a menor de USAR (-18,5%). Isto não é mudança de status: o horizonte continua correndo e o veredito só sai quando ele expira.