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Por que apostamos na Microsoft: nuvem e Copilot como máquina de margem

O Azure cresce mais rápido que o mercado, e a camada de IA começa a ser monetizada em todo o pacote. Mantemos essa posição por uma cadeia causal mais longa.

3 de agosto de 2026

A Microsoft está na nossa carteira por um motivo simples: é uma das poucas empresas que tem, ao mesmo tempo, infraestrutura, modelo de distribuição e uma base de clientes disposta a pagar por IA. O Azure está acelerando, e cada ponto de participação tirado da concorrência se conecta ao resto do pacote, do Office à camada de segurança.

Tratamos o Copilot não como um penduricalho, mas como alavanca de preço. Aumentar o preço por assento em um pacote de produtividade ao qual centenas de milhões de usuários já estão acostumados é o caminho mais limpo para crescimento de receita que conhecemos. A monetização mal começou a engrenar, e é justamente esse o mecanismo que estamos jogando.

O que mudaria nossa opinião: uma desaceleração clara do Azure abaixo do mercado ou sinais de que o capex em data centers não se converte em margem. Enquanto o backlog da nuvem crescer e a IA sustentar aumentos de preço nos pacotes, ficamos.

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