A Meta está no portfólio porque combinou duas coisas que raramente andam juntas: disciplina de custos e um motor de receita em crescimento. Aqui a IA não é abstração, e sim uma camada que seleciona melhor os anúncios e fecha conversões com mais eficiência, o que eleva diretamente o preço por impressão.
Jogamos na monetização da atenção que a Meta já tem. Reels, mensagens para empresas e ferramentas para anunciantes são alavancas concretas, não promessas. Cada uma delas aumenta a receita gerada pelo mesmo usuário.
Mantemos o risco às claras: o Reality Labs queima caixa, e a regulação em torno da privacidade consegue atingir a segmentação de anúncios. Enquanto o núcleo publicitário crescer mais rápido do que o metaverso queima dinheiro, essa posição se sustenta.