O mercado associa baterias a lítio, níquel e cobalto, mas o verdadeiro vencedor dos últimos anos é a química LFP (lítio-ferro-fosfato). A LFP dominou o armazenamento estacionário de energia e vem ganhando participação nos carros elétricos mais baratos, e seu componente central, pouco notado, é o fósforo. A produção de cátodos LFP exige ácido fosfórico purificado com pureza de grau bateria, o mesmo elemento que há décadas alimenta a agricultura mundial. O fosfato acaba de se tornar uma matéria-prima de bateria, e isso leva à colisão de dois mercados: energia e alimentos.
Duas forças pressionam a oferta global de fosfato ao mesmo tempo. Primeiro, a demanda das baterias cresce rápido: a LFP domina o armazenamento de energia e avança sobre o setor automotivo, criando um fluxo de demanda inteiramente novo e crescente por ácido fosfórico purificado. Segundo, a China, maior produtora e exportadora de fosfato, restringe desde 2021 as exportações de DAP e MAP para proteger a oferta interna de fertilizantes e abastecer com prioridade a sua própria cadeia de baterias. Efeito líquido: cada vez menos fosfato disponível para o resto do mundo.
Algumas premissas ainda não foram traduzidas e aparecem em inglês, o idioma da maioria das fontes com que as comparamos.
Dia 90 de 180: cesta +14,7%
A tese está na metade do caminho até o veredito. A cesta de peso igual está em +14,7% desde o dia da publicação. O benchmark (S&P 500) rendeu +0,1% na mesma janela, ou seja, a cesta está 14,6 pontos percentuais à frente do seu mercado. A maior contribuição vem de NTR (+19,4%), e a menor de 1211 (+9,1%). Faltam 90 dias para o veredito.
Revisão no dia 68: nada mudou
Voltamos a esta tese no dia 68 de 180 e verificamos cada uma das suas 5 premissas em fontes públicas. Nada de novo em nenhum sentido: 5. A cesta de peso igual está em +14,7% desde o dia da publicação. O benchmark (.INX) rendeu +0,1% na mesma janela, ou seja, a cesta está 14,6 pontos percentuais à frente do seu mercado. Faltam 112 dias para o veredito.
A cesta passou de +20% desde a publicação
Esta cesta está em +20,6% desde a publicação, 59 dias depois de a tese ser publicada. O benchmark (S&P 500) rendeu +1,5% na mesma janela, ou seja, a cesta está 19,1 pontos percentuais à frente do seu mercado. A maior contribuição vem de NTR (+23,4%), e a menor de 1211 (+15,5%). Isto não é mudança de status: o horizonte continua correndo e o veredito só sai quando ele expira.
Revisão: 1 de 5 premissas confirmadas
Voltamos a esta tese no dia 52 de 180 e verificamos cada uma das suas 5 premissas em fontes públicas. Confirmado pelas fontes: 1. Nada de novo em nenhum sentido: 4. A cesta de peso igual está em +15,0% desde o dia da publicação. O benchmark (.INX) rendeu +1,5% na mesma janela, ou seja, a cesta está 13,5 pontos percentuais à frente do seu mercado. Faltam 128 dias para o veredito.
Dia 45 de 180: cesta +16,2%
O primeiro quarto do horizonte desta tese já ficou para trás. A cesta de peso igual está em +16,2% desde o dia da publicação. O benchmark (S&P 500) rendeu +1,0% na mesma janela, ou seja, a cesta está 15,2 pontos percentuais à frente do seu mercado. A maior contribuição vem de 1211 (+21,3%), e a menor de MOS (+11,6%). Faltam 135 dias para o veredito.
A cesta passou de +10% desde a publicação
Esta cesta está em +12,0% desde a publicação, 40 dias depois de a tese ser publicada. O benchmark (S&P 500) rendeu +1,0% na mesma janela, ou seja, a cesta está 11,0 pontos percentuais à frente do seu mercado. A maior contribuição vem de 1211 (+15,7%), e a menor de MOS (+7,6%). Isto não é mudança de status: o horizonte continua correndo e o veredito só sai quando ele expira.